Um plano financeiro para a vida que você quer.

Primeiro, a sua vida. Depois, o dinheiro.

Primeiro, a sua vida. Depois, o dinheiro.

Qualquer que seja o seu motivo, o plano começa por ele. Não por um formulário de patrimônio.

Você distribui a sua energia de vida entre o que importa. O que escolhe revela o que valoriza, e o plano aprende com isso.

Dez áreas da vida, uma frase por área: onde você está hoje e onde quer estar. O radar nasce das suas respostas.

O plano não existe para o saldo crescer; existe para a vida que você quer. Cada distância entre o hoje e o que você quer vira um objetivo, e o dinheiro é apontado para lá: paga o que se compra, marca a data do que se troca por tempo, e protege o que já está bom.

  1. O seu motivo.
  2. O que você quer.
  3. Como você está.
  4. Para que serve o dinheiro.
Enough1 · o seu motivo

O que te trouxe aqui?

queria largar o emprego no ano que vem, mas não sei se dá pé

Então o seu plano começa por uma conta: quanto precisa estar guardado para o ano que vem dar pé. Vamos por aí.

Enough2 · a sua visão

O que você quer que seus anos mais ricos contenham?

Você tem 100 pontos de energia de vida para investir em 24 visões. O que escolhe revela o que valoriza.

  • Viajar30
  • Tempo com a família25
  • Trabalho de meio período20

75 gastos · 25 restantes · uma vida centrada em liberdade

Enough3 · as dez áreas

Liberdade · 7 de 10

«Meu dinheiro libera meu tempo.»

hoje12345ideal12345

o seu radar, nascendo: onde está e onde quer estar, nas dez áreas

Enough4 · o dinheiro a serviço da vida

As três maiores distâncias entre a sua vida hoje e a que você quer, e para onde o plano aponta o dinheiro.

  • Liberdade com o tempo +5troca dinheiro por temposemana de três dias aos 58: custa dois anos no seu número
  • Lazer e experiências +4o dinheiro resolveR$ 12 mil por ano financiados, com a primeira viagem este ano
  • Paz de espírito +4o plano protegea reserva cheia e o piso dos primeiros anos, antes de crescer

Nem todo objetivo é de dinheiro. O plano financia os que são, marca data para os que trocam dinheiro por tempo, e protege o que já está no lugar.

As respostas soltas viram um plano.

Quando parar de trabalhar, quanto guardar por mês, onde investir. Juntas, numa tela que você acompanha.

As respostas soltas viram um plano.

Quando parar de trabalhar, quanto guardar por mês, onde investir. Juntas, numa tela que você acompanha.

Enough · um exemplo: 44 anos, R$ 500 mil guardadosguarda R$ 11 mil por mês

quando posso parar de trabalhar

aos 62sem mudar nada, a chance de o dinheiro durar até os 90 é de 75%

para parar aos 60

R$ 2.240 a mais por mês

ou gastar 16% menos depois de parar

quanto precisa ter aos 62

R$ 4,8 milhões

em reais de hoje, para o gasto de R$ 14 mil por mês durar até os 90

a vida que você quer

a maior distância entre hoje e o que quer: liberdade com o tempo

onde investir

reserva · piso · metas · crescer

você perguntou

Quanto preciso guardar por mês para parar de trabalhar aos 60?

e o plano respondeu com a conta

a conversa

Pergunte como perguntaria a um amigo que entende de dinheiro.

Três perguntas que todo plano precisa responder.

o mesmo exemplo · 44 anos · R$ 500 mil guardados

01

Quando posso parar de trabalhar?

Para cada idade em que você parar, o plano testa muitos futuros possíveis, com anos bons e ruins na bolsa, e calcula a chance de o dinheiro durar até os 90. A primeira idade acima da barra é a resposta.

a barra da Enough: 75%40aos 5860aos 6075aos 6292aos 65a chance de o dinheiro durar até os 90
Parando aos 62, a chance de o dinheiro durar até os 90 é de 75%, a primeira idade acima da barra da Enough. Aos 60, é de 60%; aos 58, de 40%.
02

Quanto guardar por mês?

Se a resposta de cima chegou tarde demais, cada ano a menos tem um preço. O plano diz quanto custa, e dá os dois jeitos de pagar.

hoje sobram R$ 11 mil por mês, e isso basta para parar aos 62

  • parar aos 62o que você já guarda basta
  • parar aos 60R$ 2.240 a mais por mês ou gastar 16% menos depois de parar
  • parar aos 58R$ 5.180 a mais por mês ou gastar 37% menos depois de parar
Cada ano a menos de trabalho tem um preço por mês. O plano mostra os dois jeitos de pagar: guardar mais agora, ou gastar menos depois.
03

Onde investir?

Não pelo produto que te ofereceram, mas pelo que cada parte do dinheiro precisa fazer, e quando.

  1. A reserva o que você pode precisar amanhã. Fica onde saca na hora.
  2. O piso os primeiros anos depois de parar, em renda fixa: numa queda da bolsa, você não vende ação para pagar o mês.
  3. As metas cada objetivo com data, guardado no prazo dele: a viagem no ano que vem não fica no mesmo lugar que a casa daqui a dez.
  4. Crescer o que sobra, com tempo para render: ações, aqui e no mundo.
O plano divide o seu dinheiro pelo que ele precisa fazer, e diz que tipo de aplicação serve para cada parte. O tamanho de cada degrau sai dos seus números.
as decisões da vida

As decisões da vida, e se o plano suporta cada uma

Mais uma cadeira na mesa. A pergunta não é se vale a pena; é se o plano aguenta sem tirar o sono.

Uma casa que é sua. O que muda é o que sai por mês, e por quanto tempo.

O carro que você quer, ou o que cabe no plano. Às vezes é o mesmo; aqui não é.

Cinco anos a mais de vida sem despertador. O gasto não muda; o que muda é quem paga a conta, e por quanto tempo ela precisa durar.

  1. Outro filho.
  2. O apartamento.
  3. O carro.
  4. Parar antes.
e se começar uma crise?

A pergunta que todo mundo faz. O plano responde antes de você parar.

Uma queda de 30% na bolsa logo no ano em que você para de trabalhar é o pior momento possível: você saca da carteira enquanto ela está no fundo. O plano mostra o que isso faria com o seu dinheiro, e o que te protege.

  1. Se a mesma queda chegar aos 65, a chance fica em 45%; aos 70, em 53%. O primeiro ano sem salário é o que mais dói.
  2. É para isso que existe o piso: os primeiros anos guardados em renda fixa, para você não vender ação no fundo para pagar o mês.
  3. E é para isso que o plano mostra a sua margem antes de você parar: com a mesma queda, quem para aos 65 em vez de 62 fica com 66%.

E se começar uma crise bem quando eu parar?

75%de chance de o dinheiro durar até os 90
o plano mostra antes

Uma crise no primeiro ano derruba a chance de 75% para 41%. Parar com margem, e com o piso montado, é o que separa um susto de um problema.

Acompanhamento

Todo mês, a pergunta que um bom amigo te faria sobre o seu dinheiro.

O plano fica vivo com os seus números. Uma vez por mês, você recebe a pergunta que vale a pena discutir naquele momento, com a conta já feita para a conversa.

R$ 149 por mêsou R$ 1.190 por ano

Montar o meu plano

Você monta o plano agora. Nos primeiros 30 dias, se não fizer sentido, devolvemos o dinheiro, sem perguntas.

E se eu não gostar?

Nos primeiros 30 dias, devolvemos o dinheiro. Sem perguntas. O plano que você montou fica com você.

O que a IA faz, e o que ela não faz?

Ela faz a conta: monta o plano a partir do que você declara, testa muitos futuros possíveis, e responde às suas perguntas com números que mostram de onde vieram. Ela não promete retorno, e quando não sabe, pergunta.

Preciso conectar o banco?

Não. Você digita o que tem, o que ganha e o que quer. A Enough não vê o seu extrato e não pede senha.

Isso é recomendação de investimento?

Não. A Enough diz para que serve cada parte do seu dinheiro e que tipo de aplicação serve para cada parte, com o critério à vista. Um produto aparece como exemplo do que existe, nunca como «compre».

O que chega todo mês no acompanhamento?

Uma pergunta, escolhida pelos seus números: a que um bom amigo que entende de dinheiro te faria naquele momento. Vem com a conta já feita, para você decidir em minutos.

Comece pela vida. A conta vem junto.

Em poucos minutos você tem o plano. E ele fica com você.

Montar o meu plano